Um depoimento para a posteridade

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Na última quarta-feira (20), Geraldo Azevedo reviveu grandes momentos de sua vida pessoal e profissional ao deixar sua contribuição para o projeto “Depoimentos para a Posteridade”, realizado pelo MIS – Museu da Imagem e do Som.

Com a intenção de documentar depoimentos prestados por personalidades vinculadas aos diversos setores da cultura, o museu promove desde 1966 encontros gravados, onde o convidado fala de diferentes momentos de sua vida e curiosidades dos bastidores da sua carreira.

A tarde de conversa na sede carioca contou com a mediação do jornalista João Pimentel e participação de figuras emblemáticas da trajetória do Geraldo. O escritor e compositor Braulio Tavares, o médico e pesquisador Carlos Morel, a cantora e atriz Eliana Pittman e a atriz e escritora Neila Tavares .

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O depoimento, que durou mais de cinco horas, passou pelos principais momentos de sua carreira: lembranças da infância e da juventude, início da carreira, mudança para Recife, convívio com o Grupo Construção e a ida para o Rio de Janeiro; o encontro com Alceu Valença, os primeiros discos, a luta contra a censura e a ditadura militar, os primeiros sucessos, a gravação do clássico ‘Cantoria’, o rompimento com as grandes gravadoras e o caminho independente; “O Grande Encontro”, novas parcerias e os projetos internacionais; vida atual, cotidiano e projetos futuros.

A tarde foi marcada por momentos de muita emoção e risadas e ainda teve uma canja de Geraldo Azevedo e seu inseparável violão, quebrando protocolos e levando música ao vivo pela primeira vez a uma gravação de depoimento.

Assista a alguns trechos publicados nas redes sociais do artista:

Geraldo fala sobre seus pais José e Almira Amorim
Eliana Pittman canta “Aquela Rosa” com Geraldo Azevedo
A ida de Geraldo para o Rio de Janeiro, na década de 60
Fotos